11.1.06

Quando o nOVO é uma ova



Nada e nem ninguém é descartável.
"Que venha o novo" sim, mas romper e abandonar alguns vínculos está mais prá estupidez que prá estratégia.

Acasos de ainda-macacos em
aventurismo pós-moderno.

3 Comments:

At 11/1/06 12:28, Blogger rnt tec-tecou e depois clicou...

momento lobatiano, babe.
esse teu post me fez lembrar a crítica de Lobato a construção de uma catedral gótica em sao paulo, dizendo que aquilo era um gasto desnecessário de dinheiro público pra apenas confirmar o que todo mundo já sabe: que não passamos de macacos imitadores.
chimpanzés de cartola.
e ele encerrava a deliciosa crítica - como akele cara era bom em descer a lenha! - dizendo que as setas da catedral gótica (ou neogótica, como queiram) de são paulo, em vez de representar o clamor angustiado do homem medieval pedindo atenção dos céus, iria representar apenas uma outra coisa: pelos do rabo do macaco.

concordo plenamente.
bjo

 
At 11/1/06 15:41, Anonymous Anônimo tec-tecou e depois clicou...

Obrigado pelas visitas e pelo link, já retribuído, com atraso. Informo tbm que minha vida não mudou nada de 12 dias para cá.....

 
At 11/1/06 20:32, Blogger .Manu tec-tecou e depois clicou...

A minha mudou. Não pela passagem de ano propriamente dita, mas pq me permiti deixar prá trás muitas coisas e correr com vontade para outras.
Ok, usei como um marco. Um o 3º monolito.
O que eu quero dizer nesse post é que nem tudo deve ser abandonado em absoluto. Até pq no absoluto há muita autoridade prá uma ação só. Soa inguinoranti.
Enfim, às vezes quebrar vínculos com pessoas gera uma coisificação para com elas.
Bom, mas cada um (macacao em seu galho) ACHA q sabe o q faz. :-)

 

Postar um comentário

<< Home